terça-feira, 16 de junho de 2015

TRT de Minas Gerais: Provas serão aplicadas no dia 26 de julho


Os inscritos do concurso para técnico e analista judiciários do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG), da 3° Região, farão provas objetiva, de estudo de caso e redação, no dia 26 de julho. O órgão divulgou retificação que altera a nomenclatura da especialidade de Historiador, passando agora para História, e a área no caso da especialidade de Contabilidade. Houve também modificação no requisito para a especialidade de Arquitetura, bem como alteração nas atribuições da especialidade de Historiador. Por último, ficam modificados os itens de Conhecimentos Específicos para especialidade de Contabilidade. As mudanças podem ser conferidas na FOLHA DIRIGIDA online.



O exame objetivo será composto por 60 questões, distribuídas por Conhecimentos Básicos (20) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Regimento Interno; e Conhecimentos Específicos (40), nas matérias de Direito Constitucional, Administrativo, do Trabalho, Processual Civil, Noções de Administração Públicas e Geral, Noções de Administração Orçamentária e Orçamento Público, entre outras, de acordo com cada cargo. Haverá também duas questões de estudo de caso, para todos os cargos e uma redação. As provas serão aplicadas no mesmo dia na cidade de Belo Horizonte. Os técnicos judiciários farão as provas no horário da manhã e, os analista, à tarde. Caso seja alterado alguma data ou horário, o candidato será informado pela organizadora.

O candidato deverá comparecer ao local de realização das provas com, no mínimo, 30 minutos de antecedência, portando documento de identidade original e canela esferográfica de tinta azul ou preta, podendo só ausentar-se do recinto, depois de decorridos uma hora do início das mesmas.

Não será permitido permanecer no local das provas com aparelhos eletrônicos ligados (bip, telefone celular, relógio do tipo data bank, walkman, notebook, entre outros). Caso o candidato leve algum aparelho eletrônico, o mesmo deverá estar desligado e debaixo da carteira. O descumprimento da presente instrção implicará na eliminação do participante.

Para ser considerado habilitado, o concorrente deverá possuir, no somatório das disciplinas, total de pontos igual ou superior a 240 para analista; e 200 para técnico. Só serão corrigidas as provas de  estudos de caso dos aprovados no exame objetivo. A fórmula usada pode ser conferida no capítulo VIII do edital. Já para a prova de estudo de caso, apenas os 20 primeiros colocados em cada cargo estarão aprovados, exceto para as especialidades de Tecnologia da Informação, onde serão os 100 melhores colocados. Por último, a prova de redação, aplicada apenas ao cargos de técnico judiciário na área Administrativa, os candidatos podem conferir tabela de habilitados até a posição, no capítulo X do edital. Para ser aprovado nas duas últimas provas, o concorrente deve obter pontuação maior ou igual a 60, em cada um dos exames.


Os gabaritos serão divulgados no 1° dia útil, após a data de realização das provas. Os insatisfeitos  com com as respostas oficiais poderão interpor recursos, no site da organizadora, a Fundação Carlos Chagas (FCC), dois dias úteis após a divulgação dos gabaritos. As respostas serão divulgadas no mesmo local, com data ainda não definida.

O concurso visa à formação de cadastro de reserva, durante o prazo de validade, de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Já que o tribunal costuma convocar muitos aprovados do banco de concursados, a seleção é uma ótima opção para quem deseja conquistar a estabilidade. Para participar, será necessário possuir os níveis médio, médio/técnico e superior. Além das carreiras da área de apoio, a seleção visa à contratação de oportunidades nas área administrativa, com especialidade em Contabilidade, para Estatística, Arquitetura, Arquivologia, Biblioteconomia, Comunicação Social, Enfermagem, Engenharia, Fisioterapia, História, Serviço Social e Tecnologia da Informação; e da Judiciária, para oficial de justiça avaliador federal.

As remunerações iniciais são de R$6.135,79 para técnico e, de R$9.573,84, para analista. No entanto, para analista na especialidade oficial de justiça avaliador, os rendimentos chegam a R$11.195,62, já que esse servidor recebe gratificação de atividade externa. Todos os valores incluem R$710 de auxílio-alimentação. A carga horária de trabalho é de 40 horas semanais. O regime de contratação é o estatutário, que garante a estabilidade.

Fonte: Folha Dirigida

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