quinta-feira, 28 de agosto de 2014

CLTNEWS | TRT de Minas Gerais: Sindicato cobra novo concurso


Com elevada carência de pessoal no TRT de Minas Gerais, da 3ª Região, conforme salientou o coordenador- geral do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais (Sitraemg), Alan da Costa Macedo, o concurso para técnico e analista judiciários será importante para suprir as necessidades. "A categoria sempre exigiu melhores condições de trabalho. Entre a pauta de reivindicação, está a contratação de mais pessoal para que se reduza a grande carga de trabalho imposta sem a devida proporcionalidade. Acreditamos que as pressões por todos os lados podem ter influenciado sim, na autorização para o novo concurso", ressaltou.


A seleção, já autorizada pela presidente do tribunal, a desembargadora Maria Laura Franco Lima de Faria, será realizada este ano, com previsão de divulgação do quantitativo e das áreas contempladas já em setembro. Para participar da seleção será preciso ter os níveis médio e médio/técnico (técnico judiciário) e superior na área (analista judiciário).

O sindicalista, em recente reunião com a desembargadora, obteve informações de que o projeto da criação de cargos da Justiça do Trabalho mineira será desarquivado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Assim, logo que o projeto, que prevê a criação de cerca de 1.200 cargos for adequado, serão realizados novos concursos. Os salários variam de acordo com cada cargo, sendo esse quantitativo diferenciado a partir da área de atuação. Para analista judiciário vai de R$7.566,42 até R$9.188,20 e, para técnico judiciários, de R$4.635,03. O último, segundo Alan da Costa, em função da maior rotatividade, devem abrir mais oportunidades.

Última seleção - Sob a responsabilidade da Fundação Carlos Chagas (FCC), o último concurso para técnico e analista judiciários ofereceu remunerações que variavam de R$4.052,96 a R$8.140,07, para carga horária de trabalho de 40 horas semanais. Foram oferecidas 4 vagas efetivas, além da formação de cadastro de reserva. Mesmo com poucas vagas, muito dos aprovados foram chamados, e as nomeações, aconteceram conforme a necessidade.

Para participar foi exigido diploma de conclusão de curso de graduação de ensino superior em Direito reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), para o cargo de analista, com oportunidades para as especialidades de Execução de Mandados, Jurídica, Administrativa, Contabilidade, Arquitetura, Arquivologia, Enfermagem, Engenharia, Estatística, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Psicologia, Serviço Social, Tecnologia da Informação; já para técnico, áreas Administrativa e de Tecnologia de Informação, os níveis médio e médio/técnico.


Fonte: Folha Dirigida

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