quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os 5 itens mais importantes para quem faz concursos de tribunais


O Coordenador Pedagógico do CERS Cursos Online reúne as cinco principais atitudes a serem tomadas por quem deseja uma vaga em alguns dos certames mais concorridos do país

Técnico e Analista. Quando esses dois cargos surgem juntos e antecedidos pelas palavras “Vagas para”, pode ter certeza que a metáfora com um formigueiro é pouca para representar o número de concurseiros que se alistarão às oportunidades. Quando as chances são abertas por tribunais, então, a concorrência é ainda maior.


Já falamos aqui no Portal de Notícias do CERS sobre o sonho de tantos concurseiros em ocuparem uma vaga, de nível médio ou superior, nos TRF’s, TRE’s, TJ’s, e outros, espalhados pelo país. E foi para todos estes que convocamos o professor Rodrigo Bezerra, Coordenador Pedagógico do CERS Cursos Online, à realização de uma lista com os cinco itens mais importantes para quem escolheu começar a caminhada rumo à aprovação em algum concurso de tribunal.

Confira abaixo a lista completa:

1 – Escolha “O” tribunal

A melhor coisa a se fazer de início? Escolher, exatamente, o tribunal para o qual você quer estudar. As especificidades de uma prova do TRF, por exemplo, são muito mais complexas em comparação às do TJ. O mesmo vale para concursos do TRT. Ou seja (para os mais teimosinhos e que ainda não aprenderam uma das lições básicas do universo concurseiro): não adianta estudar para todos os certames de tribunal ao mesmo tempo. Escolha um e aplique-se!

2 – Escolha “O” cargo

“Tenho ensino superior completo e o tribunal para o qual quero prestar concurso oferece vagas de analista para a minha área e também para nível superior, independente do curso. E aí, devo fazer ou é melhor escolher um cargo de nível médio por segurança”?

Uma das perguntas mais frequentes realizadas por concurseiros. Como afirmou Einstein, tudo é relativo. Como anda o seu preparo para encarar um certame de tribunal? Você já vem estudando? Já realizou outros concursos anteriormente e aprovou seu desempenho, mesmo não tendo alcançado a aprovação ainda? Se sente seguro para topar uma prova para analista, com toda a complexidade de uma seletiva de nível superior em tribunal? Se todas as suas respostas às perguntas anteriores foram “NÃO”, talvez seja melhor começar, pelo menos como primeira experiência, mirando uma vaga de técnico, familiarizando-se com o estilo das provas, com o clima do universo concurseiro, e aí então, ganhando autoconfiança para ir bem mais ciente de onde pisa, num próximo concurso de nível superior.

Mas também há a possibilidade de que você tenha concluído a graduação e agora tenha “todo o tempo do mundo” para estudar visando um concurso público. Nesse caso, se a dedicação for total e havendo um bom intervalo entre o início da preparação e o concurso, vale a pena arriscar um primeiro voo mais alto. Para todos os efeitos, porém, sempre haverá a favorável alternativa de começar disputando a vaga de técnico.

3 – Familiarize-se com a banca

Escolheu o tribunal? Escolheu a vaga? Se não houver edital lançado ainda, nem banca escolhida, procure qual foi a responsável pelos últimos concursos da mesma instituição, com vagas para o mesmo cargo escolhido, e entenda qual o perfil desta organizadora (que muito provavelmente deve voltar a atuar em um novo concurso do mesmo órgão). Veja prazos, conteúdos programáticos e todos os detalhes dos últimos editais. A grande banca de dezenas de concursos voltados a tribunais é a FCC, com provas mais centradas na letra da lei. Vale a pena se inteirar sobre ela.

4 – Destaque suas matérias específicas

Seja TRT, TRE, TRF, em qualquer concurso de tribunal, principalmente para as áreas de analista, existem disciplinas específicas e estas precisam se tornar o mote principal do candidato. É preciso ter um aprofundamento maior em matérias como Direito Constitucional, Administrativo, Civil e Processo Civil, Penal e Processo Penal, enfim, uma série de ramos da área do direito, que surgem como disciplinas específicas em concursos de tribunais.

5 – Depois das específicas...

É hora de garantir o máximo de conhecimento em português, raciocínio lógico, informática, enfim, as disciplinas mais “gerais” e que fazem toda a diferença no score final do concurso. Em alguns, português chega a ter 50% do peso da avaliação. Então, foco nas específicas mas sem esquecer estas que podem ser o grande trunfo da aprovação mas também podem ser as responsáveis por um afastamento das vagas. 

Gostou dessas dicas? O Professor Rodrigo Bezerra já preparou mais cinco e que estarão em breve aqui no Portal de Notícias do CERS. Enquanto isso, comece a sua preparação para concursos de tribunais.

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Fonte: CERS/Por Rodrigo Rigaud

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