terça-feira, 28 de maio de 2013

CLTNEWS | Concurso do TRT da 8ª Região: Extrato de Dispensa de Licitação






Colegas Concurseiros.

Foi publicado no D.O.U. nº 100, seção nº3, pag. 161, de 27/05/13, o extrato de dispensa de licitação, cujo objeto é a contratação do Cespe-UnB pelo TRT da 8ª REGIÃO, com jurisdição no Estado do Pará/Amapá, para organização do concurso para servidores daquele regional, que contemplará 75 vagas.

Veja na íntegra:


EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO

Objeto: Contratação direta da organização e a realização do Concurso Público para provimento de 75 (setenta e cinco) vagas e formação de cadastro de reserva nos cargos de Analista Judiciário e Técnico Judiciário do quadro de pessoal do TRT8ª Região. Valor Total Estimado: R$ 2.567.210,40 (dois milhões quinhentos e sessenta e sete mil, duzentos e dez reais e quarenta centavos); Processo: 593/2012; Partes: União-Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região e Fundação Universidade de Brasília; Dispositivo Legal: Art. 24, inciso XIII, da Lei nº8.666/93, atendido ao disposto no parágrafo único do art. 26 do mesmo diploma legal; Declaração da Dispensa: em 22.05.2013, pela Sra. Regina Uchôa de Azevedo, Diretora da Secretaria Administrativa e Ordenadora da Despesa; Ratificação: em 22.05.2013, pelo Exmo. Sr. Vicente José Malheiros da Fonseca, Desembargador do Trabalho no exercício da Presidência.

 Fonte: www.in.gov.br

3 comentários:

  1. Relato retirado do site CorreioWeb sobre como é trabalhar no TRT8:

    Sou Oficial de Justiça do TRT8 há um ano e meio, e desde quando adentrei os quadros desta instituição minha vida virou um pesadelo. Pra vocês terem ideia, a mensagem de boas-vindas do Presidente no ato de nossa posse foi dizer que qualquer pedido de remoção seria interpretado como uma quebra do dever de ética e apurado mediante o devido procedimento disciplinar. O mesmo Presidente, alguns meses antes, havia descontado um mês de falta de todos os servidores devido à realização de uma greve, o que obrigou todos os servidores a procurar empréstimo nas cooperativas de crédito para pagar suas contas.

    Logo que entrei, consegui requerer um pedido de redistribuição em conjunto com uma Oficial de Justiça do TRT11 que estava à disposição do TRT8 há mais de vinte anos, tendo sido eleita por diversas vezes a melhor Oficial de Justiça de Belém. Quando ela mais precisou, o Tribunal, que nunca pagou sequer seus vencimentos, virou as costas para ela. O sonho dela era poder efetivar sua permanência em Belém, que era precária, e este sonho lhe foi retirado porque diretores do Tribunal exigiram que ela renunciasse ao possível direito de solicitar licença para acompanhar seu cônjuge, caso tivesse interesse no futuro. Como ela se recusou, o pedido de redistribuição foi indeferido. Um ato arbitrário e ilegal.

    Nós trabalhamos no interior de um Estado sem as mínimas condições de dignidade e respeito ao servidor. Fazemos nosso trabalho em comunidades situadas em ramais isolados, centenas de quilômetros selva adentro, sem nenhum equipamento de localização ou comunicação fornecido pelo Tribunal. O Presidente à época passou a proibir que Técnicos Motoristas Seguranças acompanhassem os Oficiais de Justiça nestas viagens, objetivando realizar economia com o pagamento de diárias, e afirmando ainda ser um "munus" do Oficial de Justiça ter que se submeter a tamanhas situações de periculosidade.

    Ser alvo de assédio moral e perseguição neste Tribunal faz parte da praxe, do cotidiano de todos os servidores. Investigam nossas vidas pra saberem se estamos planejando viajar para nossas cidades natais ou se os atestados médicos que fornecemos são realmente verdadeiros. Parece que ser feliz neste Tribunal é proibido, e realmente não conheço ninguém que seja feliz trabalhando aqui. É o único Tribunal que conheço que controla a frequência do Oficial de Justiça. Ou seja, se você sonha em poder trabalhar pouco, sem ter controle de horário nem dos dias que você comparece ao trabalho neste cargo, tire o cavalinho da chuva. Isso não existe no Pará.

    Todos os nossos direitos básicos são, sempre que possível, negados. Porém as cobranças por resultados e metas são rígidas. Em suma, trabalhamos "sob chicote" aqui, pois somos obrigados a estar sempre trabalhando em 100%, quando o Tribunal não nos permite ter acesso sequer a 50% dos direitos que qualquer outro servidor do Judiciário Federal possui em outro lugar do País.

    Logo que entrei aqui, um Oficial de Justiça lotado em Óbidos fazia posts terríveis sobre este Tribunal e este Estado. Eu custava a acreditar em tudo o que ele dizia. Porém, quando entrei aqui, descobri que as coisas eram até piores do que eu pensava.

    Hoje é um dos dias mais felizes da minha vida. Foi meu último dia de trabalho neste Tribunal, pois já protocolizei meu pedido de exoneração. Estou regressando à minha terra natal para assumir um cargo que me demandará o dobro do trabalho pela metade da remuneração que recebo atualmente, mas estarei feliz, pois não aguento mais ter que lidar com tanta perseguição e injustiça.

    Aos que desejam ser aprovados neste concurso, fica o meu "BOA SORTE". Vocês vão precisar...

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  2. E aí, vai encarar esse concurso depois dessa?

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  3. Isso num é só blef para afastar candidados a fazer a prova?!

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